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Como a comida virou a nova estratégia de marketing no setor de autocuidado?

  • Foto do escritor: isabela guimaraes
    isabela guimaraes
  • 4 de fev. de 2025
  • 3 min de leitura


Oi, pessoal!


Vocês já perceberam como ultimamente as marcas de autocuidado têm apostado em uma estratégia inusitada?


Tá todo mundo ligando os produtos de beleza a comidas! E olha, eu tenho que confessar, eu acho genial.


Deixa eu explicar o porquê disso tudo e mostrar como as marcas estão literalmente dando água na boca com essas campanhas.


O que está rolando?


Se você acompanha o mundo da beleza e do autocuidado, deve ter notado algumas parcerias bem diferentonas.


Lembra do gloss com cheiro de mel da Franciny Ehlke? Ou da Mari Maria com o Burger King? Isso sem falar da colaboração da Carmed com a Fini. Sério, o marketing dessas marcas está indo além do que a gente imagina.


A ideia aqui é simples: usar a comida como ponto de conexão emocional com o público.


Afinal, quem não ama comer? E, mais importante, quem não tem memórias ou sensações ligadas a um sabor ou aroma?


A comida como uma experiência sensorial


Você já reparou que, ao ver uma foto de comida, já sente aquele gostinho imaginário?


Isso acontece porque a comida é capaz de despertar uma experiência sensorial muito mais completa. Não é só sobre o que você vê, mas sobre o que você imagina sentir: o cheiro, o sabor, a textura...


E é exatamente isso que as marcas estão explorando! Por exemplo, quando você associa um batom com um pote de mel, automaticamente vem aquela ideia de suavidade, doçura e hidratação. Parece que você consegue sentir o mel nos lábios, mesmo sem usar o produto. Isso é muito poderoso.


A comida como uma linguagem universal


Sabe aquela história de que a comida conecta pessoas?


Pois é, as marcas estão usando isso também. Independente de onde você esteja no mundo, um doce é doce, um hambúrguer é um hambúrguer. A comida não precisa de tradução, e isso faz dela uma ferramenta incrível para campanhas globais.


Enquanto palavras podem ter significados diferentes em cada idioma, a comida fala diretamente com os sentidos e cria um ponto de conexão imediato com as pessoas.


A economia dos pequenos prazeres


Outro ponto muito interessante é como a comida foi ressignificada nos últimos anos, especialmente na pandemia. Lembra quando a gente estava preso em casa e qualquer docinho era um escape? Era o momento de alívio, um carinho em forma de chocolate ou uma sobremesa especial.


As marcas perceberam isso e trouxeram essa mesma ideia para os produtos. Um batom que é inspirado em sorvete ou um creme hidratante que lembra o cheirinho de baunilha remetem àquela sensação de conforto e prazer que todo mundo busca.


A comida cria comunidade


E não para por aí!


A comida tem esse poder de unir pessoas. Ela é sempre o ponto de encontro, o motivo para juntar a galera e as marcas estão pegando esse gancho para criar um senso de pertencimento.


Por exemplo, quando você compartilha no Instagram o novo gloss com cheiro de chiclete ou o creme com fragrância de café, você acaba conectando outras pessoas que também se identificam com aquela experiência.


Por que essa estratégia funciona?


A verdade é que, quando a gente associa um produto a algo que desperta desejo e memórias, fica muito mais fácil criar uma relação emocional com a marca.


A comida não é só alimento. Ela é emoção, memória, conforto e felicidade. E quando isso se junta ao universo do autocuidado, o resultado é uma campanha irresistível.


E você, já viu algum produto ou campanha que usou comida como inspiração? Me conta aqui nos comentários! Eu estou curiosa para saber com que comida você associaria sua marca favorita.


Vamos bater esse papo!

 
 
 

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